8.4.06

Carolinda

As mechas douradas
De quilates imensuráveis
Expressam a luz que nasce
Da mente que ama

Ama por ser
Ama por sofrer
Sofre por amar
Vive para escutar

De seu nome uma letra foi roubada
Pois a perfeição é para ser descoberta
Por quem vê com o coração
E sente com a alma, indelével.

Se aos 30 ecoa altivez
Aos 60 reverberará magia
Tornará o amor apreensível
Com seu halo que irradia e contamina

Para suas dores não há vacina
Sua beleza é infinda
Devolva a letra “d” à graça advinda
De mulher de nome Carolina.

(Em homenagem à minha grande amiga Ana Carolina – 03/04/2006)

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