8.4.06

Da singeleza...

Não sei escrever simples
deve ser a confusão
simplicidade exige clareza
tal qual não tenho em mãos

Os anos passam e sou premiado
com flores incolores
de perfumes inodores
No castigo fico ilhado

E na ambição de entender
desfaço os laços que ao todo me ligam
sem suntuosidade eles me intrigam
e me fazem permanecer

(10 de janeiro de 2006 - em resposta às macias ressalvas de Tonhão (Rahal) sobre o rebuscamento de minha expressão no poema "Verve", disponível acima)

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